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Preços ao Consumidor Semanal desaceleram na 3ª semana de junho
Todos os locais pesquisados diminuíram o ritmo nessa análise
Preços ao Consumidor Semanal desaceleram na 3ª semana de junho
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Por: Redação Data da Publicação: 25 de junho de 2024FacebookTwitterInstagram
Fonte: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) da terceira quadrissemana de junho de 2024 variou 0,45% e acumula alta de 3,87% nos últimos 12 meses, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE). A taxa desacelerou em relação a sondagem publicada na semana passada (0,57%).

O IPC-S mede, quadrissemanalmente, a variação do custo de vida para famílias com renda entre 1 e 33 salários-mínimos mensais. A sondagem do FGV IBRE é feita em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador.

Nesta apuração, seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição para o resultado do IPC-S partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação cuja taxa de variação passou de 0,07%, na segunda quadrissemana de junho de 2024 para -0,32% na terceira quadrissemana de junho de 2024.

Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (0,48% para 0,33%), Transportes (0,36% para 0,21%), Alimentação (1,14% para 1,01%), Comunicação (0,32% para 0,08%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,73% para 0,67%).

Em contrapartida, os grupos Vestuário (-0,07% para 0,42%) e Despesas Diversas (0,51% para 0,62%) apresentaram avanço em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, vale citar os itens: roupas masculinas (0,08% para 0,79%) e serviços bancários (0,73% para 1,05%).

Na análise regional, os sete locais pesquisados apresentaram desaceleração em relação à sondagem da semana passada. A maior redução foi em São Paulo, que saiu de 0,61% para 0,41%. Após não registrar variação na semana passada, Recife conseguiu ser a única capital com variação negativa desta vez (-0,05%). O Rio de Janeiro saiu de 0,41% para 0,34%.

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