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PAINEL: 7 de junho de 2024
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Por: Painel Data da Publicação: 07 de junho de 2024FacebookTwitterInstagram
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MERCADO COBRA ALTO PELO ARROZ

Contrastando com os R$ 20 pelo saco de cinco quilos que o Governo anuncia para venda aos consumidores do Rio Grande do Sul, o preço no mercado varejista fluminense é de espantar, podendo chegar a R$ 45,99 pelo ‘Agulhinha’ anunciado pela rede Prezunic.

Em pesquisa no mercado carioca foi possível encontrar a média de R$ 8,00 por quilo, podendo chegar a R$ 47,95 a saca de cinco quilos. Mais elevado é o preço do pacote de apenas 175 gramas do arroz Tio João ‘Cozinha e Sabor’, ofertado a R$ 13,79.

O disparate coloca em relevo a necessidade do consumidor se manter alerta na pesquisa de compra e a importância do poder de intervenção do Governo Federal para combater os abusos de preços.

Usando mão de ferro, o Governo se dispôs a investir R$ 7,2 bilhões para o controle de preços, através do leilão em que conseguiu comprar 263 mil toneladas a 19 produtores, pouco abaixo da meta de compra de um milhão de toneladas. 

Os produtores gaúchos que dizem contar com estoque suficiente para atender a 70% do mercado brasileiro, agora terão de trocar o choro pela busca de ajuda pública por uma necessária baixa nos preços.

A ação governamental foi mais barata que os investimentos para a garantia da chamada bolsa alimentação.

A DIREITA AGORA DEFENDE A ANISTIA

Segurando a bandeira da anistia, alcançada por intensa campanha das esquerdas, após a redemocratização, a direita está tentando salvar das prisões os já condenados em processos como acusados pela tentativa de golpe que abalou Brasília a oito de janeiro.

A motivação maior é a defesa do ex-Presidente Jair Messias Bolsonaro que corre o risco de vir a ser preso e sonha em manter o seu direito a uma possível elegibilidade.

O lado oposto confia na inelegibilidade do ex-Presidente e apoia as decisões do STF, TSE, Procuradoria Geral e da Polícia Federal, nos processos que envolvem a tentativa de golpe e as depredações ocorridas nas sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Sonhando com a volta ao Poder, a direita se apoia em pesquisa, indicando que num confronto entre Lula e Bolsonaro, há ligeira vantagem para o primeiro, mas um indicativo de um empate técnico.

PSOL PREOCUPA PAES

Apontado como favorito para a eleição governamental de 2026, o prefeito Eduardo Paes busca a reeleição, no Rio, enfrentando a dificuldade da escolha do seu companheiro de chapa.

O seu principal problema é a possibilidade do PSOL repetir a aliança ocorrida em São Paulo, unindo-se ao PT, para consolidar a candidatura do professor Tarciso Motta a governador.

O PT tenta emplacar o ex-presidente da Assembleia Legislativa, André Ceciliano na chapa do pessedista. Trata-se do político que Lula tentou eleger senador pelo RJ e chegou no terceiro lugar.

Adotando um vice do próprio PSD, é grande a chance do PT se sentir isolado, tendo de buscar um caminho à esquerda, contando com o prestígio do Presidente Lula.

TARCÍSIO, O CORINGA

Atual deputado federal, o professor do Colégio Pedro II, chegou a ser considerado um fenômeno eleitoral pelo seu poder de comunicação. Em duas vezes causou incômodos a Marcelo Crivela, a Sérgio Cabral e Wilson Witzel. concorrendo ao Governo do Estado. Em 2014 obteve 712 mil votos e, em 2018, cresceu para 820 mil votos.

Petropolitano de 49 anos de idade, Tarcísio formou-se em história pela UFF. Empolgou a juventude estudantil do Estado e não apenas do Rio, onde foi vereador por dois mandatos.

O embaraço para a união da esquerda reside no fato do PSOL ter candidata própria à prefeita de Niterói, disputando o mandato com o pedetista Rodrigo Neves. Na ex-capital fluminense, o PT não tem nome para disputar a prefeitura ou a vice.

ONU REAGE À NOVA MATANÇA

O segundo ataque às instalações da ONU, em Gaza, desta vez com 45 mortes, segundo o hospital local e 66 segundo o Hamas. O alvo foi uma escola da ONU que Israel alegou estar ocupada por terroristas fugitivos.

A ONU condenou a nova invasão, lembrando os tratados internacionais de proteção das suas instalações, no mundo interior.

BRASIL QUER TAXAÇÃO MUNDIAL SOBRE FORTUNAS

Em audiência concedida pelo Papa Francisco, o Ministro da Fazenda do Brasil abordou os planos para a taxação tributária sobre as grandes fortunas como forma de se combater a miséria e diminuir as desigualdades sociais.

Fernando Haddad disse ter início uma jornada de mobilização das nações, acentuando que, ‘se não for assim, não será eficaz’.

Explicou que o encontro foi uma ‘inclinação afetuosa de espírito para a vida, como caminho para uma sociedade justa, fraterna e solidária’.

FESTA DE ARROMBA

O vice-prefeito de Niterói, Paulo Bagueira (União), demonstrou prestígio, na noite da última quarta-feira (5), quando comemorou seu aniversário, no bar Toca da Gambá, no Barreto. Passaram por lá figuras da política local e estadual, como o ex-governador Moreira Franco e o deputado federal Marcio Cannela (União); o jurista Técio Lins e Silva; o ex-prefeito Godofredo Pinto (PT) e, claro, o pré-candidato Rodrigo Neves (PDT). Também foram os deputados estaduais Verônica Lima (PT) e Vitor Junior (PDT); além de seus ex-colegas de Alerj, Waldeck Carneiro (PSB) e Graça Mattos (PDT). Os vereadores da base de sustentação do governo Axel Grael (PDT) na Câmara, liderados pelo presidente Milton Carlos Lopes, o Cal (União), também marcaram presença. De São Gonçalo, apareceu o vereador Romário Régis (PDT) e o ex-prefeito de Itaboraí, Helil Cardoso (MDB). Bagueira, com seu jeito mineiro de fazer política, colocou todas as matrizes político-ideológicas para sambar, juntas, em sua celebração, que teve de quase tudo: menos dança das cadeiras.

ALERJ E PLANOS DE SAÚDE

A Alerj se tornou referência nacional, no enfrentamento aos planos de saúde, que têm deixado pacientes sem atendimento. Eles ameaçam, inclusive, suspender até home care, colocando vidas em risco. Em Brasília, a fisioterapeuta Fabiane Alexandre Simão, presidente da associação Nenhum Direito a Menos, que defende centenas de pacientes, pediu ao presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (PP), para seguir o exemplo do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, que permitiu a instalação da CPI, cujo objetivo é restituir os direitos dos pacientes.

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