Niterói é a 3ª cidade que mais criou empregos no estado em setembro
Dados referente ao mês foram divulgados pela Caged nesta semana
Niterói é a 3ª cidade que mais criou empregos no estado em setembro
Foto do autor João Eduardo Dutra João Eduardo Dutra
Por: João Eduardo Dutra Data da Publicação: 31 de Outubro de 2023FacebookTwitterInstagram
Fonte: Divulgação

Os novos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) para o mês de setembro foram divulgados e mostraram um superávit na geração de empregos em diversas cidades do estado do Rio de Janeiro.

Niterói teve um saldo positivo de empregos de 1.582. Foram 6.242 novas admissões contra 4.660 desligamentos no mês de setembro. O setor que mais incorporou trabalhadores foi o da Indústria, com 788 novos postos de trabalho. Nenhuma área apresentou déficit. A cidade sorriso ficou em terceiro no ranking do estado, perdendo apenas para a capital e para Macuco.

Em São Gonçalo também houve aumento no número de postos de trabalho. 246 trabalhadores a mais no mês de setembro na antiga Manchester Fluminense. Foram 2.905 novas admissões contra 2.659 demissões. O destaque fica para o comércio, que empregou 169 pessoas a mais do que demitiu. Em compensação, o setor de construção apresentou um saldo negativo de -86 empregos.

Maricá também manteve o mesmo panorama. Saldo positivo de 206 empregos com 1.079 admissões e 873 desligamentos. O setor de destaque foi o do comércio, com 104 postos de trabalho a mais em setembro. A área da indústria apresentou um déficit de -22 em relação a admissões e desligamentos.

Itaboraí apresentou a segunda melhor marca do Leste Fluminense, atrás de Niterói, com saldo positivo de 604 novos empregos. Foram 1.639 novas admissões em setembro contra apenas 765 desligamentos. O setor de destaque foi o da construção, com 443 novos postos. Todas as áreas apresentaram aumento.

Já Rio Bonito apresentou déficit no geral. Saldo negativo de -140 empregos, 465 admissões e 605 desligamentos. A área de serviços foi a grande responsável pela queda, com 104 postos a menos. Além desta, todos os outros setores tiveram mais desligamentos, com exceção da agropecuária e indústria.

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