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ENEM ou curso de admissão: o debate
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ENEM ou curso de admissão: o debate
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Por: Painel Data da Publicação: 07 de novembro de 2023FacebookTwitterInstagram

Um grupo de participantes dos exames de domingo lamentou que muitos dos seus colegas ficaram em situação de inferioridade porque não tiveram uma atualização de conhecimentos através dos cursos privados, prévios, da época do antigo vestibular e nos atuais preparatórios.

Alguns pais presentes lembraram da época em que o acesso ao nível médio era avaliado em Exames de Admissão. Após o 4o. (e até o 5o.) ano ginasial, submetiam à prova com direito à opção vocacional: Literatura, Contabilidade e Científico. Já era um preparatório, quando ainda não existia o conhecimento da Internet.

A conversa variou para a discussão sobre o acesso dos mais pobres às universidades, mais marcante nesta era em que nem todos tem celulares ou acesso pessoal a computadores. 

Alguns reconheceram que o ensino público e o privado, precisam contar com um aprendizado anual segundo a vocação profissional de cada um, pois o Enem é uma prova sobre a universalidade do conhecimento, com limitação.

Um antigo líder estudantil reportou o fato de muitos formandos de sua época não exercerem as profissões para as quais foram habilitadas no exame do MEC. Outro apontou que o ensino da Medicina está em "parafuso" e que muitos advogados queriam ser médicos ou médicos queriam ser advogados ou professores especializados.

Também há de se observar que o Ensino Regular é a porta final, havendo a necessidade de cursos especializados pós-formatura, destacando, inclusive, o valor constante dos congressos profissionais.

Lott: vitória e derrota eleitoral

Em 11 de novembro de 1955 o mineiro Henrique Dufles Teixeira Lopes consagrou-se como o "Marechal da Legalidade" pela sua ação contrária aos movimentos golpistas que pretendiam evitar a posse do vice-Presidente João Goulart como sucessor natural do renunciante Jânio da Silva Quadros.

A ampla aprovação à sua firme atitude, que possibilitou a vitória da chapa JK-Jango, em 1960, concorreu à Presidente, sendo derrotado por Jânio Quadros. Os votos para Presidente e vice eram separados; o candidato de Jânio era o udenista Milton Campos,

Castelo queria voltar

Já no golpe de 1964, o Marechal Castelo Branco foi elevado à Presidência porque o marechal Dutra rejeitou voltar ao cargo. No curso do governo, ele se afastou da "linha dura", não podendo realizar o objetivo de restabelecer as eleições diretas, para ser candidato em 1965.

Castelo, inclusive, cassou o mandato do senador JK, que pretendia voltar a ser candidato.

Sucedeu-o o gaúcho, general Arthur da Costa e Silva, mas este foi vitimado por uma trombose em 29 de agosto de 1969.

Mortes de Presidentes

Vargas cometeu o suicídio a 24 de agosto de 1954, deixando uma Carta-Testamento considerada uma previsão do que viria a ocorrer 10 anos após.

Juscelino Kubitscheck (55\61), já cassado, morreu em estranho desastre automobilístico, em Resende, no ano de 1976.

Castelo Branco morreu em desastre de avião no Ceará, tendo governado de 14 de abril de 64 a 15 de março de 1967.

Costa e Silva, morreu em 31 de agosto de 1969, com o vice, Pedro Aleixo, impedido de governar e sendo substituído por uma Junta Militar

Tancredo Neves, primeiro eleito indiretamente, junto com Sarney, adoeceu e não assumiu.

O ciclo presidencial de Lula começou em 2003, quando elegeu Dilma como sucessora

Não passaram no teste

As autoridades de trânsito, já encasteladas no poder e mesmo  advertidas previamente, não se preparam  para assegurar a tranquilidade de quatro milhões de candidatos (16 mil em Niterói e 16 mil em São Gonçalo) quando da realização da primeira prova do Enem.

Não houve o estímulo do uso dos ônibus privados e oficiais; não houve reserva de vagas nas proximidades dos locais de provas; não foram abertos os espaços vazios existentes em interiores de locais públicos onde houve maior afluência. Não houve medida excepcional de liberação de vias para maior fluidez, especialmente na nervosa chegada aos locais de exames.    

Na meia hora antes do fechamento dos portões eram comuns carros retidos em engarrafamentos. Alguns mais prevenidos e nervosos saltaram dos carros e completaram o percurso à pé.

A rua (Andrade Neves) de acesso para quem vinha de Icaraí e Centro, não possui linha de ônibus.

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